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Eleição da UEM vai ao segundo turno entre Gisele Carvalho e Romel Vanderlei; veja o resultado

Gisele Mendes de Carvalho terminou a primeira etapa com 38,7% do resultado ponderado, enquanto Romel Dias Vanderlei alcançou 36,1%; nova votação está marcada para 31 de agosto

A eleição da UEM vai ao segundo turno. Gisele Mendes de Carvalho, da Chapa 2 — Em Defesa da UEM, e Romel Dias Vanderlei, da Chapa 3 — União e Modernização, avançaram para a etapa decisiva da disputa pela Reitoria da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Nesta terça-feira (18), a apuração definiu as duas candidaturas classificadas. Gisele e o candidato a vice-reitor Geovanio Edervaldo Rossato ficaram na primeira colocação, com 38,7% do resultado ponderado.

Logo atrás aparecem Romel Dias Vanderlei e Adriana Aparecida Pinto, que alcançaram 36,1%.

Já a Chapa 1 — UEM nos Une, formada por Priscila Garcia Marques e Maria Cristina Gomes Machado, terminou com 25,2% e não avançou.

Como nenhuma candidatura alcançou a maioria necessária para vencer na primeira etapa, a comunidade universitária voltará às urnas. Por isso, o segundo turno será realizado em 31 de agosto.

Resumo do que você vai encontrar

Nesta reportagem, você confere quem avançou para o segundo turno, o desempenho das três chapas e a diferença entre Gisele Carvalho e Romel Vanderlei. Além disso, explicamos o sistema de ponderação dos votos e mostramos os principais pontos que passam a fazer parte da disputa.

Resultado da eleição para Reitoria da UEM

A primeira etapa terminou com uma disputa apertada entre as duas candidaturas mais bem colocadas.

Na liderança ficou a Chapa 2 — Em Defesa da UEM, formada por Gisele Mendes de Carvalho e Geovanio Edervaldo Rossato, com 38,7%.

Em seguida aparece a Chapa 3 — União e Modernização, de Romel Dias Vanderlei e Adriana Aparecida Pinto, que alcançou 36,1%.

Já a terceira colocação ficou com a Chapa 1 — UEM nos Une, formada por Priscila Garcia Marques e Maria Cristina Gomes Machado, com 25,2%.

Portanto, apenas 2,6 pontos percentuais separaram as duas chapas classificadas para o segundo turno.

Essa diferença mantém a disputa aberta. Ao mesmo tempo, a proximidade entre as candidaturas aumenta a importância da campanha até a votação decisiva.

Por que a eleição da UEM vai para o segundo turno?

Nenhuma das três candidaturas conseguiu alcançar a maioria necessária para encerrar a disputa na primeira votação. Dessa forma, as duas mais bem colocadas avançaram.

De um lado estará Gisele Mendes de Carvalho, candidata a reitora pela Chapa 2. Na outra candidatura está Romel Dias Vanderlei, representante da Chapa 3.

Assim, a comunidade universitária escolherá entre os dois projetos no dia 31 de agosto.

Como funciona o peso dos votos na eleição da UEM?

Um ponto importante ajuda a compreender o resultado.

A eleição envolve três segmentos da comunidade universitária: docentes, agentes universitários e estudantes. Entretanto, a apuração não considera apenas a soma simples de todos os votos.

Pelas regras do processo eleitoral, existe ponderação entre as categorias. Dessa maneira, o resultado final considera o peso estabelecido para cada segmento.

Esse mecanismo ganha importância porque o número de estudantes é muito superior ao de professores e agentes universitários. Portanto, analisar somente os números absolutos pode levar a uma interpretação equivocada do resultado.

Participação da comunidade universitária

Segundo os dados divulgados após a votação, participaram 1.367 docentes, 6.068 estudantes e 1.455 agentes universitários.

Entre docentes e agentes universitários, a participação proporcional foi especialmente elevada. No segmento estudantil, por outro lado, o comparecimento proporcional ficou abaixo dos outros dois grupos.

Esse cenário também deverá influenciar as estratégias das candidaturas. Afinal, conquistar novos votos e estimular a participação poderá fazer diferença em uma disputa separada por apenas 2,6 pontos percentuais.

Diferença de 2,6 pontos deixa disputa aberta

Gisele Carvalho terminou a primeira etapa com 38,7%, enquanto Romel Vanderlei alcançou 36,1%. Portanto, a distância entre os dois primeiros colocados ficou em apenas 2,6 pontos percentuais.

Além da pequena vantagem da Chapa 2, existe outro componente importante: os 25,2% obtidos pela Chapa 1.

Priscila Garcia Marques e Maria Cristina Gomes Machado não estarão no segundo turno. Consequentemente, os eleitores que apoiaram essa candidatura passam a ocupar posição relevante na etapa decisiva.

Agora, uma das principais questões será saber como esse eleitorado se comportará em 31 de agosto.

Eleitores da Chapa 1 entram no centro da disputa

Com a terceira candidatura fora do segundo turno, aumenta a atenção sobre os eleitores que escolheram a Chapa 1.

Nesse cenário, Gisele Carvalho e Romel Vanderlei terão a oportunidade de ampliar o diálogo com esse grupo. Ao mesmo tempo, as duas campanhas poderão buscar quem não participou da primeira votação.

Uma eventual manifestação da Chapa 1 também poderá influenciar o debate dentro da universidade. Ainda assim, apoio formal não significa transferência automática de votos.

Portanto, o comportamento desse eleitorado somente ficará claro na etapa decisiva.

O que acontece agora?

Com as duas chapas definidas, começa uma nova fase da eleição. Nos próximos dias, Gisele Carvalho e Romel Vanderlei deverão intensificar a apresentação de propostas e o diálogo com a comunidade universitária.

Primeiramente, o comportamento dos eleitores da Chapa 1 merece atenção, já que esse grupo representou uma parcela importante do resultado.

Ao mesmo tempo, o comparecimento poderá alterar o cenário. Uma eventual mudança na participação dos estudantes, por exemplo, poderá influenciar a composição do resultado ponderado.

Por fim, a comparação entre os projetos tende a ganhar força. Com apenas duas candidaturas, temas relacionados a ensino, pesquisa, extensão, assistência estudantil e gestão administrativa deverão ocupar espaço maior no debate.

Quando será o segundo turno da eleição da UEM?

O segundo turno está marcado para segunda-feira, 31 de agosto de 2026.

Nessa data, a comunidade universitária voltará às urnas para escolher entre Gisele Mendes de Carvalho e Romel Dias Vanderlei.

Depois da votação, a apuração indicará o resultado da etapa decisiva. Assim, a Universidade Estadual de Maringá avançará para a conclusão do processo de escolha da próxima gestão da Reitoria.

Enquanto isso, informações, resoluções e documentos relacionados ao processo podem ser consultados no portal oficial das Eleições para Reitoria da UEM.

Atenção: a eleição ainda não terminou

É importante diferenciar classificação de vitória.

O resultado desta terça-feira definiu somente as duas chapas que disputarão a próxima etapa. Portanto, nenhuma candidatura deve ser tratada neste momento como vencedora da eleição para a Reitoria da UEM.

Somente depois da votação de 31 de agosto e da respectiva apuração será possível conhecer o resultado final da disputa.

Próximo capítulo: segundo turno em 31 de agosto

Agora, a eleição entra em sua fase decisiva.

Além das propostas apresentadas pelas duas chapas, a movimentação dos eleitores da Chapa 1 estará entre os principais pontos de atenção. Da mesma forma, a participação de docentes, agentes universitários e estudantes poderá influenciar diretamente o cenário.

Por isso, o Maringá PR Notícias seguirá acompanhando o processo eleitoral até a definição da próxima gestão da Universidade Estadual de Maringá.

Até o segundo turno, nossa cobertura acompanhará a movimentação das Chapas 2 e 3, eventuais manifestações da Chapa 1 e as propostas apresentadas à comunidade universitária. Posteriormente, a cobertura avançará para a votação, a apuração e o resultado final.

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Fontes

As informações desta reportagem foram verificadas a partir do portal eleitoral da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e de informações divulgadas após a conclusão da apuração nesta terça-feira (18).

Fonte oficial: Universidade Estadual de Maringá — Eleições para Reitoria 2026-2030.

Resultado da primeira etapa: 38,7% para a Chapa 2 — Em Defesa da UEM; 36,1% para a Chapa 3 — União e Modernização; e 25,2% para a Chapa 1 — UEM nos Une.

Próxima votação: 31 de agosto de 2026.


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