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Boletim Atualiza Casos de Mpox no Paraná

Boletim Atualiza Casos de Mpox no Paraná

A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) divulgou o primeiro boletim de 2024 sobre a Mpox, registrando 21 casos confirmados da doença, sem mortes. Os casos estão distribuídos em Curitiba, Londrina, Arapongas, Foz do Iguaçu, Ivaiporã e Santo Antônio da Platina, conforme os dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

O boletim será publicado semanalmente, apresentando informações detalhadas sobre os casos, incluindo dados epidemiológicos, sintomas, locais de transmissão e medidas preventivas. Esse documento é uma ferramenta crucial para atualizar os profissionais de saúde e a população sobre o avanço da doença, além de ajudar no controle e vigilância dos casos.

Desde o aumento significativo dos casos no Brasil em 2022, quando houve um pico de mais de 10 mil confirmações, a Sesa intensificou as ações de monitoramento. No Paraná, foram registrados 296 casos em 2022 e 42 em 2023. Em agosto de 2024, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a Mpox como Emergência de Saúde Pública, devido ao aumento de casos globais e mortes associadas a uma nova variante, especialmente na África.

Sobre a Mpox

A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma infecção viral que se manifesta por meio de erupções na pele, frequentemente no rosto, e se espalha para outras partes do corpo. Outros sintomas incluem febre, dores de cabeça e musculares, calafrios, cansaço e inchaço dos gânglios linfáticos.

A transmissão ocorre por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais, ou objetos contaminados, como roupas e lençóis. Também pode ser transmitida por meio de contato íntimo, como beijo ou relações sexuais.

Vacinação e Prevenção

No Paraná, a vacinação contra a Mpox é direcionada a grupos específicos, definidos pelo governo federal. O público-alvo inclui pessoas vivendo com HIV/aids, homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais acima de 18 anos, profissionais que lidam com Orthopoxvírus em laboratórios de segurança biológica, e aqueles que tiveram contato direto com casos suspeitos.

Além da vacinação, o controle da doença envolve isolamento dos infectados, rastreamento de contatos e uso de equipamentos de proteção por profissionais de saúde. O diagnóstico é feito por meio de testes laboratoriais, com amostras encaminhadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) para laboratórios de referência.

O primeiro boletim de 2024 reforça a importância da vigilância contínua e da notificação imediata para enfrentar a Mpox de forma eficaz, prevenindo novos surtos e protegendo a saúde pública.

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